Penso em você mais do que deveria. Sua lembrança é como uma doença crônica e degenerativa, daquelas que silenciosamente corroem, minam as forças, apodrecem as carnes.
Meus ossos estão esfarelados por não suportarem o peso de suas promessas que jamais foram cumpridas. Meus ouvidos pútridos pelo som da sua voz que ainda ressoa teimosamente dentro deles. Meus pulmões arruinados pelo torpor do seu cheiro, não conseguem me manter respirando. Sinto-me asfixiada na mudez das palavras que não disse.
Me encontro a beira da destruição e nesse abismo profundo só consigo ter um único desejo: que você saiba que a culpa é sua, que com o peso do remorso você se consuma como me consumi por não mais suportar o peso desse amor.
Você poderia ter sido meu remédio, mas escolheu ser minha ruína.
Meus ossos estão esfarelados por não suportarem o peso de suas promessas que jamais foram cumpridas. Meus ouvidos pútridos pelo som da sua voz que ainda ressoa teimosamente dentro deles. Meus pulmões arruinados pelo torpor do seu cheiro, não conseguem me manter respirando. Sinto-me asfixiada na mudez das palavras que não disse.
Me encontro a beira da destruição e nesse abismo profundo só consigo ter um único desejo: que você saiba que a culpa é sua, que com o peso do remorso você se consuma como me consumi por não mais suportar o peso desse amor.
Você poderia ter sido meu remédio, mas escolheu ser minha ruína.




